Ano 5

Número 53

Maio 2003

 

Bacias sedimentares brasileiras

Bacia de Jatobá

Bacia de Jatobá

Ivan Peixoto Costa*, Paulo da Silva Milhomem # & Marise Sardenberg Salgado de Carvalho$

*PETROBRAS-UNBA-ATEX-PCE, Salvador, Bahia, Brasil (e-mail: peixotocosta@petrobras.com.br)

#PETROBRAS-UNBA-ATEX-LG, Salvador, Bahia, Brasil (e-mail: milhomem@petrobras.com.br)

$CPRM/DEGEO/DIPALE, Rio de Janeiro, Brasil (e-mail: carvalho@rj.cprm.gov.br)

 

A bacia de Jatobá está localizada nos estados de Pernambuco e Bahia, Nordeste do Brasil, e ocupa uma área de aproximadamente 5.000 km2. Seus limites são dados pela falha de Ibimirim, a norte; pela falha de São Francisco, que a separa da sub-bacia de Tucano Norte, a oeste; e pela borda flexural, nas demais direções (Figura 1).

A bacia de Jatobá representa a porção mais setentrional do rift Recôncavo-Tucano-Jatobá, que constitui um ramo abortado do rifteamento sul-atlântico1, 2, estabelecido durante o Eocretáceo, e do qual fazem parte os demais rifts intracontinentais estabelecidos ao longo da plataforma brasileira no mesmo período.

 

Figura 1 - Limites e arcabouço estrutural da bacia de Jatobá, destacando-se suas principais feições estruturais3.

As bacias de Tucano e Jatobá têm sua origem relacionada a uma série de fenômenos termo-mecânicos, tais como estiramento crustal e cisalhamento, que lhes imprimiram feições características, tendo como unidade fundamental o semi-graben, cuja assimetria é gerada por uma falha de borda3 que condiciona o mergulho geral da bacia (Figura 2).

O início do processo de rifteamento tem sido muito discutido, sendo utilizados diferentes critérios para o seu posicionamento. Dentre estes critérios, destaca-se a presença dos primeiros falhamentos que controlaram a sedimentação jurássica4. Mais recentemente, no entanto, o início da fase rift tem sido posicionado na discordância que, na bacia de Jatobá, sobrepõe os pelitos lacustres da Formação Candeias aos arenitos flúvio-eólicos da Formação Sergi5.

Figura 2 - Seção sísmica NW-SE na bacia de Jatobá - Baixo de Ibimirim - ilustrando o padrão estrutural e o mergulho regional das camadas para NW (localização na Figura 1).

Zonas de acomodação ou de transferência seccionam transversalmente o sistema rift Recôncavo-Tucano-Jatobá, tendo permitido a formação de sub-bacias com características estruturais e sedimentológicas próprias6, 7. A arquitetura do rift reflete um embasamento muito heterogêneo sob o ponto de vista litológico, de seu ambiente tectônico e de sua idade, correspondendo à unidade geotectônica denominada Província Costeira e de Margem Continental8. Esta unidade compreende as províncias do São Francisco e da Borborema, representadas basicamente por rochas metamórficas e granitóides. Tais províncias podem ser subdivididas em seis domínios estruturais9, que conferem complexidade ao substrato em torno do rift (Figura 3). Estes contrastes foram determinantes para a instalação de áreas-fonte bastante distintas, do mesmo modo que antigas zonas de fraqueza exerceram um forte controle sobre o arcabouço estrutural.

Figura 3 - Arcabouço geotectônico do embasamento em torno do rift Recôncavo-Tucano-Jatobá9.

A bacia de Jatobá implantou-se sobre o Maciço Pernambuco-Alagoas, estando limitada, a norte, pela zona de cisalhamento Pernambuco-Paraíba. Esta feição estrutural teria condicionado a forte inflexão do sentido de abertura do rift10, que passa de S-N, no Tucano, para W-E/SW-NE, na bacia de Jatobá. A configuração estrutural desta última é definida principalmente por falhamentos normais planares, com direção preferencial N70oE e mergulho regional das camadas para NW, em direção ao depocentro. Dentre seus principais elementos estruturais podem ser destacados (Figura 1): 1) Falha de São Francisco: feição estrutural de direção geral N-S, que atuou como divisor da sedimentação entre as bacias de Jatobá e Tucano Norte, e onde observam-se feições compressivas; 2) Horst de Icó: alto estrutural de forma alongada, disposto paralelamente ao eixo da bacia e limitado, a sul, pela falha de Itacoatiara; suas dimensões são de aproximadamente 60km x 7km, e em sua porção mais ocidental, afloram sedimentos paleozóicos (?) e neojurássicos (Grupo Brotas); 3) Falha de Ibimirim: relacionada à reativação eocretácea do Lineamento de Pernambuco, corresponde à falha de borda da bacia de Jatobá, definindo o limite setentrional desta bacia; seu depocentro (Baixo de Ibimirim; Figura 4) compreende uma área de aproximadamente 360 km2 e profundidade superior a 3000 m; nele localiza-se o poço 2-IMst-1-PE.

Figura 4 - Visão tridimensional do arcabouço estrutural da bacia de Jatobá, baseada em dados gravimétricos.

Tendo em vista as semelhanças estratigráficas e estruturais das bacias do Tucano Norte e Jatobá, uma única carta estratigráfica é utilizada para representar o histórico de preenchimento destas bacias (Figura 5)5.

Sedimentos de idade siluro-devoniana e permiana ocorrem junto à borda leste da sub-bacia de Tucano Norte e a sul e sudeste da bacia de Jatobá, sugerindo a existência de uma depressão nesta área desde o Paleozóico6. Estes sedimentos constituem o Grupo Jatobá e a Formação Santa Brígida. A Formação Curituba, de idade carbonífera, restringe-se ao Graben de Santa Brígida, na sub-bacia de Tucano Norte. O Grupo Jatobá é representado pelas formações Tacaratu e Inajá. A primeira, correlacionável ao Grupo Serra Grande, na bacia do Parnaíba, caracteriza-se por conglomerado polimítico e arcóseo fino a conglomerático, depositados por um regime de leques aluviais, de provável idade siluriana. A Formação Inajá é representada por arenitos fluviais finos a grossos, caulínicos, com estratificação cruzada, aos quais se intercalam pelitos. Admite-se que estes depósitos, de idade devoniana, relacionem-se a parte do Grupo Canindé, na bacia do Parnaíba. A Formação Santa Brígida, subdividida nos membros Caldeirão e Ingá, representa a sedimentação permiana. O Membro Caldeirão caracteriza-se por arcóseo grosso e fino, violeta-vermelho, e siltito vermelho. O Membro Ingá contém arenitos quartzosos médios a grossos, folhelhos verdes, ricos em matéria orgânica, e rochas carbonáticas depositadas em ambiente transicional a marinho raso. É possível correlacionar a Formação Santa Brígida com as formações Afligidos (Tucano Sul, Recôncavo e Camamu), Aracaré (Sergipe-Alagoas) e Pedra de Fogo (Parnaíba).

Figura 5 - Carta estratigráfica simplificada da bacia de Jatobá-Tucano Norte5 .

Na bacia de Jatobá, como nas bacias do Recôncavo e Tucano, o Jurássico superior/Cretáceo inferior abrange sedimentos essencialmente continentais, depositados durante as fases pré-, sin- e pós-rift. A amarração desta seção não marinha com a escala geocronológica e, portanto, com unidades cronoestratigráficas adotadas internacionalmente, é ainda hoje incerta11, 12. Esta dificuldade tornou necessária a adoção de designações locais para os andares que subdividem o registro sedimentar, constituindo a Série do Recôncavo13. Em número de seis, estes andares locais são denominados, da base para o topo, Dom João, Rio da Serra, Aratu, Buracica, Jiquiá e Alagoas. Um refinado esquema de zoneamento bioestratigráfico, baseado em ostracodes e caracterizado por um conjunto de 11 zonas e 28 subzonas13, 14, 15, 16, baliza as inferências de cunho cronoestratigráfico. Na bacia de Jatobá, contudo, a ocorrência destes microfósseis é bem mais restrita que no Recôncavo e no Tucano Sul, tendo sido identificadas apenas associações dos andares Dom João e Rio da Serra médio. Na porção setentrional do rift Recôncavo-Tucano-Jatobá, a sedimentação fluvial tem início já no Andar Rio da Serra, o que traduz a manutenção de condições pouco favoráveis ao desenvolvimento e preservação post-mortem de ostracodes, em grande parte da evolução das bacias do Tucano Norte e Jatobá.

A seção pré-rift compreende sedimentos depositados ao tempo do Andar Dom João (Neojurássico?), sob clima árido, constituindo um vestígio da depressão afro-brasileira, desenvolvida sobre a seqüência paleozóica. Estes sedimentos, pertencentes ao Grupo Brotas, são representados por ciclos fluvio-eólicos (Membro Boipeba da Formação Aliança e Formação Sergi), aos quais se intercalam argilas vermelhas lacustres (Membro Capianga da Formação Aliança). Na bacia de Jatobá, não foram preservados sedimentos pertencentes à porção basal do Grupo Santo Amaro (formações Itaparica e Água Grande), que nas bacias do Recôncavo, Tucano Sul e Tucano Central encerram a sedimentação pré-rift. O Grupo Brotas correlaciona-se com o Grupo Perucaba, na bacia de Sergipe-Alagoas e, provavelmente, também com o Grupo Mearim, na bacia do Parnaíba.

A seção rift, depositada durante o Eocretáceo, abrange sedimentos pertencentes aos grupos Santo Amaro (Formação Candeias), Ilhas e Massacará, corroborando a relativa semelhança do padrão de preenchimento das bacias que compõem o sistema Recôncavo-Tucano-Jatobá.

Com espessuras menores que as registradas na bacia do Recôncavo, a Formação Candeias é indivisa na bacia de Jatobá, estando representada por folhelhos lacustres com intercalações bem mais freqüentes de arenitos deltaicos e calcários. Os escassos dados bioestratigráficos indicam que sua deposição teria ocorrido durante o Mesorio da Serra (Berriasiano?). Esta unidade correlaciona-se com a porção inferior da Formação Barra de Itiúba, na bacia de Sergipe-Alagoas.

Como a Formação Candeias (Grupo Santo Amaro), os grupos Ilhas e Massacará são indivisos na bacia de Jatobá. O Grupo Ilhas, correlacionável à porção superior da Formação Barra de Itiúba (bacia de Sergipe-Alagoas), é representado por uma seqüência de arenitos intercalados com folhelhos, depositados em ambiente fluvio-deltaico. O Grupo Massacará correlaciona-se com a Formação Penedo, na bacia de Sergipe-Alagoas, e compreende os sedimentos fluviais que promoveram o assoreamento do rift, estando caracterizado por arenitos grossos, amarelo-avermelhados, com intercalações de argila síltica. A datação relativa de seções atribuídas a estas duas unidades é problemática, particularmente no caso do Grupo Massacará, seja em função da reduzida amostragem destas seções, seja pela prevalência de litologias desfavoráveis à preservação de microfósseis. Considera-se que tanto na sub-bacia de Tucano Norte como na bacia de Jatobá o Grupo Ilhas tenha se depositado entre o Mesorio da Serra e o Neorio da Serra (Berriasiano?/Valanginiano?). O Grupo Massacará envolveria sedimentos do Rio da Serra superior ao Jiquiá (Valanginiano?/Eoaptiano?) 5.

Leques aluviais sintectônicos, vinculados à atividade da falha de borda, deram origem aos conglomerados e arenitos que constituem a Formação Salvador. Esta unidade, correlacionável à Formação Rio Pitanga, na bacia de Sergipe-Alagoas, ocorre no limite norte da bacia de Jatobá, tendo se depositado entre o Mesorio da Serra e o Jiquiá.

O Grupo Massacará é sobreposto discordantemente por sedimentos aluviais pertencentes à Formação Marizal, depositada já em contexto pós-rift, durante o Neoaptiano. Trata-se de arenitos finos a conglomeráticos, cinza a amarelos, com estratificação cruzada. Ao longo dos rios, ocorrem aluviões quaternários.

Na bacia de Jatobá, não há evidências de que tenha ocorrido geração de hidrocarbonetos, seja na seção rift, seja na seqüência paleozóica. Além disto, a elevada razão arenito/folhelho não oferece condições ideais de retenção. Embora apresente baixo potencial petrolífero, a bacia de Jatobá contem aqüíferos importantes, com grande quantidade de água subterrânea, fato muito relevante do ponto de vista econômico e social. As formações Inajá e Tacaratu são os reservatórios mais propícios à explotação, constituindo um sistema hidráulico único. Em estudos recentes, algumas áreas destacam-se por seu maior potencial hidrogeológico17. Entre elas, citam-se a de Trocado-Moxotó, onde ocorrem sedimentos pertencentes à Formação Inajá, e a do Poço Sujo-Inajá, onde aflora a Formação Aliança.

São poucos os estudos voltados aos fósseis da bacia de Jatobá. As primeiras observações sobre as camadas marginais ao rio São Francisco nos estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Bahia ocorreram no final do século 1918, 19, 20. Foram assinalados calcários com biválvios, ossos e escamas do peixe actinopterígio Lepidotes e dentes de tubarões e répteis, encontrados próximo a Jatobá, Pernambuco. Desde então, poucos estudos têm sido realizados na área.

Do poço 2-IMst-1-PE, da PETROBRAS, foram descritos, em sedimentos do Devoniano (Formação Inajá), esporomorfos e acritarcas, associados a quitinozoários e tasmanáceas, e do Carbonífero (Formação Curituba), foram encontrados microfósseis vegetais21, 22. Em sedimentos da Formação Inajá, aflorantes na região de Petrolândia, Pernambuco, foram descritos biválvios do gênero Nuculites e gastrópodes do grupo dos belerofontídeos, cuja idade seria provavelmente eo- ou mesodevoniana21. Nesta mesma unidade, nas regiões de Tacaratu e Petrolândia, foram assinalados seis gêneros de icnofósseis23.

Tabuleiro Redondo, em Petrolândia, Pernambuco, é a localidade-tipo dos ostracodes Bisulcocypris pricei e B. uninodosa Pinto & Sanguinetti, 1958, encontrados em sedimentos da Formação Aliança, de idade jurássica24 (Figura 6). Várzea do Campinho, em Icó, Pernambuco, é a localidade-tipo do conchostráceo Pseudograpta brauni Cardoso, 196625. Dos arredores de Petrolândia foi também descrito o conchostráceo Notogripta costai Cardoso, 196625. Ostracodes, biválvios, madeiras fósseis e algas coralíneas foram citadas do Supergrupo Bahia (Cretáceo) das regiões de Petrolândia, Ibimirim, Jatobá e Espírito Santo26.

Figura 6 - Fósseis da bacia de Jatobá. Ostracode neojurássico (Formação Aliança): a) Bisulcocypris uninodosa Pinto & Sanguinetti, 1958. Palinomorfos devonianos (Formação Inajá): b) Prasinofícea Pterospermella pernambucensis (Brito, 1967); c) Esporo Hystricosporites sp.21, 22. Barra de escala: a = 200m ; b, c = 50m .

As ocorrências mais curiosas são os grandes troncos de coníferas, que chegam a possuir até 20m de comprimento, que ocorrem imersos nos arenitos da Formação Sergi, nas localidades de Icó e Floresta, em Pernambuco.

Do Pleistoceno da região de Petrolândia foram descritos moluscos continentais e vertebrados como Eremotheriun e Haplomastodon27.

1 Estrella, G. O. 1972. O estágio rift nas bacias marginais do Leste Brasileiro. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 26, Belém, 1972. Sociedade Brasileira de Geologia, Anais, 3: 29-34.

2 Asmus, H. E. & Porto, R. 1972. Classificação das bacias sedimentares brasileiras segundo a tectônica de placas. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 26, Belém, 1972. Sociedade Brasileira de Geologia, Anais, 2: 67-90.

3 Aragão, M. A. N. F. & Peraro, A. A. 1994. Elementos estruturais do rifte Tucano/Jatobá. In: Simpósio sobre o Cretáceo do Brasil, 3, Rio Claro. UNESP, Boletim, pp. 161-165.

4 Chang, H. K.; Kowsmann, R. O.; Figueiredo, A. M. F. & Bender, A. A. 1992. Tectonics and stratigraphy of the east Brazil rift system. Tectonophysics, 213 (1/2): 97-138.

5 Caixeta, J. M.; Bueno, G. V.; Magnavita, L. V. & Feijó, F. J. 1995. Bacias do Recôncavo, Tucano e Jatobá. Boletim de Geociências da Petrobras, 8 (1): 163-172 [para o ano de 1994].

6 Magnavita, L. P. & Cupertino, J. A. 1987. Concepção atual sobre as bacias de Tucano e Jatobá, Nordeste do Brasil. Boletim de Geociências da Petrobras, 1 (2): 119-134.

7 Milani, E. J. & Davison, I. 1988. Basement control and transfer tectonics in the Recôncavo-Tucano-Jatobá rift, Northeast Brazil. Tectonophysics, 154: 41-70.

8 Almeida, F. F. M. de 1977. O Cráton do São Francisco. Revista Brasileira de Geociências, 7: 349-364.

9 Magnavita, L. P. 1992. Geometry and kinematics of the Recôncavo-Tucano-Jatobá Rift, NE Brazil. University of Oxford, Earth Sciences Department, Wolfson College, Oxford, Tese de doutorado não publicada, 493 pp.

10 Santos, C. F.; Cupertino, J. A. & Braga, J. A. E. 1990. Síntese sobre a geologia das bacias do Recôncavo, Tucano e Jatobá. In: Raja Gabaglia, G. P. & Milani, E. J. (eds.), Origem e evolução das bacias sedimentares. PETROBRAS, Rio de Janeiro, pp. 235-266.

11 Arai, M.; Hashimoto, A. T. & Uesugui, N. 1989. Significado cronoestratigráfico da associação microflorística do Cretáceo Inferior do Brasil. Boletim de Geociências da Petrobrás, 3 (1/2): 87-103.

12 Regali, M. S. P. & Viana, C. F. 1989: Sedimentos do Neojurássico - Eocretáceo do Brasil: idade e correlação com a Escala Internacional. PETROBRÁS/CENPES, Relatório interno não publicado, 95 pp.

13 Viana, C. F; Gama Jr., E. G.; Simões, I. A.; Moura, J. A.; Fonseca, J. R. & Alves, R. J. 1971. Revisão estratigráfica da Bacia do Recôncavo/Tucano. Boletim Técnico da Petrobrás, 14 (3/4): 157-192.

14 Brito, H. S.; Viana, C. F. & Praça, U. M. 1984. Atlas dos ostracodes não marinhos (Neojurássico/Eocretáceo) do Brasil. PETROBRAS/CENPES/DIVEX/SEBIPE, Rio de Janeiro, 2 vols.

15 Picarelli, A. T. & Milhomem, P. S. 1991. Reconcavona mirangaensis - um novo fóssil-guia para o Andar Aratu da bacia do Recôncavo - Subzona NRT 005.3A. In: Congresso Brasileiro de Paleontologia, 12, São Paulo, 1991, Boletim de resumos, 21 pp.

16 Magalhães, M. R. C. 1994. Refinamento bioestratigráfico e paleogeografia do Andar Rio da Serra médio das sub-bacias do Recôncavo Nordeste e Tucano Sul. Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dissertação de Mestrado não publicada, 150 pp., 4 estampas.

17 Leite, J. F. 1999. Estudo hidrogeológico da Bacia do Jatobá - PE: área Frutuoso. Companhia de Pesquisa dos Recursos Minerais, Recife, Série Hidrologia - Estudos e Projetos, 3, 20 pp.

18 Derby, O. A. 1878. Contribuições para o estudo da geologia do Valle do rio São Francisco. Archivos do Museu Nacional, 4: 87-119.

19 Derby, O. A. 1880a. Geology of the Rio São Francisco, Brazil. American Journal of Sciences, 3rd Series, 19 (119): 236.

20 Derby, O. A. 1880b. Reconhecimento geológico do vale de São Francisco. In: Roberts, W. M., Relatório sôbre o exame do Rio São Francisco. Tipographia Nacional, Rio de Janeiro, pp. 1-24 (anexo).

21 Brito, I. M. 1967a. Contribuição ao conhecimento dos microfósseis devonianos de Pernambuco. I-Archaeotriletes. Anais da Academia Brasileira Ciências, 39 (2): 281-283.

22 Brito, I. M. 1967b. Contribuição ao conhecimento dos microfósseis devonianos de Pernambuco. II-Acritarcha - Ptermorphitae. Anais da Academia Brasileira Ciências, 39 (2): 285-287.

23 Muniz, G. C. B. 1979. Novos icnofósseis da Formação Inajá, no Estado de Pernambuco. Anais da Academia Brasileira Ciências, 51 (1): 121-132.

24 Pinto, I. D. & Sanguinetti, Y. T. 1958. Bisulcocypris a new mesozoic genus and preliminary note about its relation with Metacypris and allied forms. Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia, 7 (1): 75-90.

25 Cardoso, R. N. 1966. Conchostraceos do Grupo Bahia. Boletim do Instituto de Geologia. Universidade Federal de Ouro Preto, 1 (2): 43-89.

26 Moraes, L. J. 1928. Estudos geológicos no estado de Pernambuco. Serviço Geológico e Mineralógico, Boletim, 32: 1-101, mapa.

27 Rolim, J. L. 1974. Calcário secundário com restos fósseis de mamíferos pleistocênicos em Pernambuco. Anais da Academia Brasileira Ciências, 46 (3/4): 417-422.

Notícias

A Fundação Paleontológica Phoenix relançou a publicação "A bacia de Sergipe-Alagoas – Evolução geológica, estratigrafia e conteúdo fóssil" como primeiro número (ISBN 85-89641-01-5) da sua nova publicação seriada "Phoenix Edição Especial". O texto bilíngüe (Português-Inglês), ricamente ilustrado, apresenta uma síntese histórica das pesquisas geológicas e paleontológicas na bacia de Sergipe-Alagoas, e também de sua evolução geológica e estratigráfica. Esta publicação é direcionada principalmente para pesquisadores e estudantes que desejam obter uma visão introdutória, porém ampla, sobre a bacia de Sergipe-Alagoas.

Informações sobre como adquirir esta e outras publicações da Fundação podem ser obtidas na home page da Fundação ou através de solicitação por e-mail.

Nessa nova publicação seriada, pretende-se publicar sínteses sobre o conhecimento geológico e paleontológico voltadas, preferencialmente, às bacias sedimentares brasileiras, e à geologia do Brasil, em geral. As publicações serão editadas conforme demanda. Pesquisadores interessados em colaborar deverão enviar sua proposta à Fundação, a qual será analisada pelo seu Conselho Editorial.

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